Um passeio por Cantanhede

Portugal é um páis bem conhecido na Europa pela sua tranquilidade. A maioria das cidades portuguesas são calmas, mesmo com a evolução negativa da criminalidade estes últimos anos. “Portugal é um país de brandos costumes” temo o hábito de dizer. Foi um dos primeiros países a ter acabado com a pena de morte, por exemplo, em 1867, sendo a ultima execução em 1849. Além do mais, não existe prisão perpétua, a pena máxima sendo de 25 anos de cadeia. Gosto bastante relembrar este feito histórico. Claro que isto não quer dizer que os portugueses são meiguinhos, claro que não, também fizemos algumas coisas más em alguns séculos de história…

Câmara municipal de Cantanhede

Câmara municipal de Cantanhede

Praça onde se pode fazer desporto

Praça onde se pode fazer desporto

Estátua equestre do Conde de Cantanhede

Estátua equestre do Conde de Cantanhede

Vamos então descobrir um pouco desta cidade tão portuguesa, em tudo o que ela têm de sossegado, com esta pequena reportagem fotográfica. Vamos aproveitar para ir dar também uma pequena volta à aldeia de Cadima, só para ver com que se parece 🙂

Igreja matriz de Cantanhede

Igreja matriz de Cantanhede

Podemos ver o Pelourinho logo ao lado da igreja

Podemos ver o Pelourinho logo ao lado da igreja

Cantanhede é assim uma cidade da região Centro, onde fica também no seu concelho a Praia da Tocha. Este concelho ainda é maioritariamente agrícola, onde a economia local baseia-se essencialmente numa agricultura de pequena escala. Só mesmo na cidade é que o sector terciário é maioritário, como em qualquer outra cidade do país…

O conde de Cantanhede, marquês de Marialva, herói da resistência portuguesa à ocupação espanhola

O conde de Cantanhede, marquês de Marialva, herói da resistência portuguesa à ocupação espanhola

A cidade, apesar da sua componente rural, está em pleno crescimento com uma população em aumento. A chegada de importantes pólos científicos em Cantanhede fez vir muitos pesquisadores, que vieram para ficar, atraidos pela qualidade de vida desta pequena cidade de 7000 habitantes, 38000 na totalidade do concelho.

O tribunal de Cantanhede

O tribunal de Cantanhede

Entrada da cidade

Entrada da cidade

Também é no concelho de Cantanhede que temos um dos pratos da gastronomia portuguesa mais conhecidos: o Leitão à Bairrada. Covões, uma aldeia de Cantanhede, faz parte da região da Bairrada. Claro que algum dia, faremos uma reportagem sobre esta tradição deliciosa 😀

Uma chaminé muito decorada

Uma chaminé muito decorada

A maior igreja do concelho, a igreja de Cadima

A maior igreja do concelho, a igreja de Cadima

Pequena capela azul e amarela

Pequena capela azul e amarela

Uma praça portuguesa

Uma praça portuguesa

Ainda existem velhinhas que vão buscar pasto para o gado, com um carro de bois!

Ainda existem velhinhas que vão buscar pasto para o gado, com um carro de bois!

Largo de Santo Amaro

Largo de Santo Amaro

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8 comentários para “Um passeio por Cantanhede”

  1. Luciano Fernando dos Santtos Rossi dit :

    Felicito-vos pela página. Meu avô, Adelino Ferreira dos Santos, já falecido há 56 anos, veio para o Brasil por volta de 1900. Ele nasceu, segundo minha mãe contava, muito próximo a Cantanhede, numa localidade chamada Pena Alves (ou Penalves). Há pouco menos de um mês estive em Portugal e fui à Coimbra, mas não houve possibilidade de ir a Cantanhede. Gostei muito desta página que apresenta locais tradicionais da cidade de Cantanhede, com esclarecedores comentários.

    Moro em uma cidade do sul do Brasil, chamada Curitiba. É capital do Paraná que é um dos três estados da Região Sul. Sou professor em uma Universidade Federal chamada Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

    Muito obrigado pela oportunidade

    Luciano Fernando dos Santos Rossi

  2. Deolinda dit :

    Eu vivo no Rio de Janeiro desde 5 anos de idade, por meu pai ter emigrado para o Brasil…Sou de Cantanhede e a maior parte de minha famíulia aí vive…Estive aí há pouco tempo e gosto muito da tranquilidade que aí reina e sempre me traz gratas memórias de minha infância…Gostei muito da repostagem sobre Cantanhede e a Tocha…Estão de parabéns…Abraços…

  3. António dit :

    Caros viajantes! deixo a sugestão de quando visitarem Cantanhede passarem na loja de comidas e bebidas 24h frente ao complexo escolar e piscinas.
    Irão encontrar alimentos e bebidas entre outros produtos uteis 365 dias por ano a qualquer hora do dia.

    http://www.grabandgo.pt

  4. Rafael Lagartinho dit :

    Vou pensar em visitar Cantanhede em Maio 1 dia , a 1ª vez vou ficar no hotel Central Park .

  5. Rafael Lagartinho dit :

    Em Maio penso ficar uma noite em cantanhede 1 noite pela primeira vez. Vila com bastanta turismo, e rural.

  6. Antonio Razzaboni dit :

    Morei por uns meses em Cantanhede, com meus netos, nora e filho,gostei muito daquele povo. Tenho saudades.

  7. Marco António Manso dit :

    O tempo na minha aldeia, insiste em querer não passar, no entanto, eu por lá já passei, pareço não lhe faltar…
    As vinhas e as oliveiras, florescem mesmo sem mim, e os sinos na igreja da aldeia, repicam os badalos ainda assim…
    Quero beber vinho novo, matar toda a minha saudade, estar juntinho do meu povo, mostrar-lhe a minha felicidade…
    Ver a planície e do alto, as terras de Cantanhede, beber água das Sete Fontes e saciar a minha sede.

    Manso Marco (direitos reservados)

    https://youtu.be/BYCUkUw-Bbo

  8. João António dit :

    Excelente iniciativa de oportunizar a diáspora de quem emigrou.Nós é que somos os verdadeiros heróis porque saímos por falta de condições em vários sentidos que não cabe aqui discutir mas não desanimamos e fomos em busca de lutarmos por progredir.
    Sou nascido em Cordinhã que é uma das aldeias localizadas no concelho de Cantanhede onde estudei, que adoro e tenho boas recordações.
    Farei tudo o que estiver ao meu alcance para ajudar naquilo que puder a melhor esta região maravilhosa.Contem comigo.
    Atualmente sou servidor público no Brasil e como a maioria dos servidores tenho servido honestamente nesta terra que também me acolheu.

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